Nvidia has introduced the Reuben Superchip, a groundbreaking integrated CPU-GPU processor, signaling a strategic shift to dominate the future computing ecosystem by unifying high-performance AI, gaming, and scientific simulation capabilities, and challenging the long-standing duopoly of Intel and AMD.
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E se eu te dissesse que a Nvidia, a gigante que domina o mercado de placas de vídeo, acaba de
criar o primeiro processador para desktops de toda a sua história? Mas este não é um chip comum. Ele
representa uma virada tecnológica que une CPU e GPU em um único cérebro eletrônico, capaz de
competir com supercomputadores inteiros. O nome dele é Reuben, e o projeto é tão ambicioso que
parece uma peça saída de um laboratório de ficção científica. Essa iniciativa coloca a Nvidia em um
território que, por décadas, pertenceu apenas à Ín-tel e à AMD. Só que, diferente das rivais,
ela não quer apenas vender chips. Quer redefinir como os computadores pensam, processam e aprendem.
Tudo começa com o chamado Reuben Superchip — um protótipo tão grande e complexo que
parece uma placa-mãe inteira comprimida em um único componente. A ideia é simples e,
ao mesmo tempo, audaciosa: criar um chip capaz de executar tarefas de inteligência artificial,
jogos e simulações científicas em um único sistema. Mas o que exatamente está escondido
dentro desse projeto que fez a Nvidia desafiar gigantes e romper limites da computação moderna?
Anatomia do Reuben Superchip. Durante o último evento da Nvidia,
Jensen Huang subiu ao palco com algo que parecia mais uma placa de servidor do que um chip. Era
o protótipo do Reuben Superchip, formado pela combinação de dois GPUs Reuben e um processador
central chamado Vera. A construção é monumental. Só que entender toda essa estrutura não é
simples. Na hora de montar meus roteiros, sempre preciso lidar com dezenas de fontes diferentes,
cada uma trazendo um pedaço da história. Cada GPU ocupa o limite máximo que a
litografia atual consegue produzir, e ainda assim, a Nvidia conseguiu unir dois módulos
em um único componente. O resultado é um desempenho de 50 petaflops em precisão FP4,
o dobro do lendário chip Blackwell, e 288 gigabytes de memória HBM4, um padrão
que ainda nem chegou ao mercado consumidor. O Vera CPU, por sua vez, traz 88 núcleos A-R-M
personalizados e 176 threads, conectados por um barramento NV-Link de 1,8 terabytes por segundo.
Essa integração permite que CPU e GPU funcionem quase como um único processador,
eliminando gargalos e elevando a eficiência a um novo patamar. O Reuben não é apenas poderoso;
é uma mudança estrutural na forma como um computador processa informação.
A Estratégia Oculta da Nvidia. A Nvidia não quer apenas lançar um
processador. O Reuben Superchip faz parte de uma estratégia para dominar o ecossistema de
computação do futuro. Ao unir CPU e GPU em uma só estrutura, a empresa está criando uma plataforma
completa — onde cálculos, aprendizado de máquina e gráficos coexistem em um mesmo fluxo de dados.
Isso reduz a dependência de componentes externos e garante que o controle da performance e da
energia fique inteiramente nas mãos da Nvidia. O detalhe que poucos percebem é que o Reuben
foi criado com base na mesma arquitetura usada em data centers que treinam os maiores modelos
de inteligência artificial do mundo. É a primeira vez que uma tecnologia de ponta,
pensada para servidores corporativos, chega adaptada ao consumidor comum. Em outras palavras,
a Nvidia está diminuindo a distância entre o computador doméstico e as máquinas que movem a
IA global. Cada pessoa que adota essa arquitetura passa a fazer parte de um ecossistema que alimenta
o domínio tecnológico da empresa. Guerra com AMD e Ín-tel.
Por mais impressionante que o Reuben pareça, o impacto real vai além da inovação. Ele marca o
início de uma disputa direta com as duas empresas que definiram o mercado de processadores por mais
de meio século. A AMD e a Ín-tel se tornaram sinônimos de poder de computação pessoal,
mas agora enfrentam uma concorrente que entende o jogo de outro jeito. Enquanto a
Ín-tel tenta recuperar relevância e a AMD colhe resultados da linha Ryzen, a Nvidia
chega com algo que muda as regras: um chip capaz de lidar com tudo — da IA à renderização
gráfica — sem depender de hardware externo. Essa integração ameaça a base do modelo
tradicional. Se o Reuben realmente alcançar o desempenho prometido,
o conceito de “comprar uma placa de vídeo e um processador separados” pode desaparecer.
E o que está por trás disso é o modelo de negócios. AMD e Ín-tel dependem de parcerias,
placas-mãe e ecossistemas de terceiros. Já a Nvidia quer o controle total: o chip, os drivers,
o sistema de IA e até os servidores em nuvem. É o mesmo tipo de estratégia que fez a Apple dominar
o ecossistema móvel. Agora, essa verticalização está chegando ao coração da computação mundial.
O Verdadeiro Alvo da Nvidia. Apesar de toda a narrativa
voltada aos gamers e entusiastas, o verdadeiro foco da Nvidia não é o mercado doméstico — é o
domínio da infraestrutura que sustenta a inteligência artificial. Cada novo chip,
cada arquitetura lançada, é uma peça de um plano maior: transformar a empresa no centro nervoso do
processamento global. Quando a OpenAI, a Meta ou a Anthropic precisam treinar seus modelos,
são as GPUs da Nvidia que fazem o trabalho pesado. Com o Reuben, essa mesma base tecnológica chega ao
consumidor final, criando uma ponte direta entre o mundo corporativo e o doméstico.
Isso dá à Nvidia uma vantagem única. Quanto mais pessoas usarem seus chips,
mais ela expande sua influência sobre o software, os frameworks e os padrões que
regem a computação moderna. A Ín-tel e a AMD podem tentar competir em desempenho, mas é a integração
entre hardware e ecossistema que dá à Nvidia o poder real. Ela não está apenas fabricando
processadores — está moldando o futuro digital, unificando tudo o que antes era fragmentado.
E é aqui que surge a pergunta que encerra toda essa história: quando uma única empresa passa
a concentrar tanto poder de processamento no mundo, quem realmente controla o futuro da
computação? Se você acha que isso ainda está distante, talvez já esteja acontecendo agora,
silenciosamente. Então, se gostou do vídeo, inscreva-se no canal e compartilhe sua opinião
nos comentários. Entender a Nvidia hoje pode ser entender o rumo da tecnologia amanhã.
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